Samu Maceió inicia implantação de Projeto de Georreferenciamento

Em busca de mapear os tipos  de atendimentos por meio das localizações geográficas das ambulâncias, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) iniciou o processo de implantação do georeferenciamento. A ação está ocorrendo por meio de um projeto desenvolvido através do Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS), com a utilização dos dispositivos instalados nas novas viaturas, que possuem rastreamento via satélite.

Um projeto piloto foi lançado em 2014 e durou até 2016, através de duas Unidades de Suporte Básico (USBs) e duas de Suporte Avançado (USAs), onde cada viatura carregava um aparelho smartphone, com um sistema integrado de monitoramento. Com isso foi possível traçar os percursos desenvolvidos pelos quatro veículos, assim como velocidade e o tipo de ocorrências atendidas.

Com a renovação de 100% das ambulâncias do Samu, 50 veículos já possuem rastreadores via satélite, dando a localização exata do carro, assim como o trajeto percorrido nas ocorrências e a velocidade. Para Celyrio Adamastor Accioly, gerente executivo de tecnologia da informação da Sesau, com essa nova tecnologia fazendo parte de toda a frota do Samu, o projeto trará resultados positivos, quando todos os sistemas estiverem integrados.

“Primeiro nós precisamos integrar todos os sistemas, o desenvolvido pelo projeto do PPSUS, com o dos rastreadores via satélite e com o sistema utilizado pelo Pronto Atendimento do Samu. Isso porque, é por meio dele que é feita a liberação das ambulâncias para as ocorrências”, afirmou o gerente executivo de tecnologia da informação da Sesau.

Segundo o major Dárbio Alvim, supervisor do Samu Maceió, com a integração dos sistemas do Samu, será possível estabelecer, com precisão, as localidades onde existem mais acidentes de transito, onde estão os casos clínicos mais graves.“Quando os sistemas estiverem integrados, vamos ter um panorama dos atendimentos em todo o território alagoano, determinando melhores estratégias para resolver esses problemas e qualificando os serviços ofertados pelas unidades de saúde pública, além de reduzir o tempo-resposta nas ocorrências”, enfatizou.

Ascom – 14/03/2018

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