Renan Filho vai sancionar lei que torna vaquejada patrimônio cultural em AL

Projeto foi aprovado por deputados na Assembleia Legislativa de Alagoas. No evento, governador também anunciou antecipação do 13º salário.

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O governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), disse que vai sancionar o Projeto de Lei (PL) que torna a vaqueja Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A informação foi confirmada ao G1 durante a assinatura de licitação para construção do Hospital da Mulher, nesta quinta-feira (24).

O PL foi aprovado pelos deputados estaduais em 2º turno, na última quarta (23). O projeto é de autoria do deputado estadual Dudu Hollanda (PSD) e vinha se arrastando na Assembleia Legislativa desde 2015, quando foi submetido à apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Apesar do Supermo Tribunal Federal (STF) considerar a vaquejada uma prática inconstitucional, Renan Filho confirmou que aprovara o PL. “ A vaquejada é uma prática cultural e histórica do estado de Alagoas e como governador do estado eu vou sancionar”, disse.

Este ano, diversas ações do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) pediam a suspensão de vaquejadas no estado devido aos riscos à saúde dos animais . Alguma delas foram deferidas liminarmente pela Justiça.

Décimo terceiro
Durante o evento, o governador também anunciou que vai antecipar o pagamento do décimo terceiro salário aos servidores públicos estaduais.

“Vamos fazer isso para garantir ao comércio maior faturamento e um aquecimento da nossa atividade econômica”, afirmou Renaan Filho, ao dizer que a data do pagamento será anunciada nos próximos dias.

Pinto da madrugada
Questionado a respeito do cancelamento do desfile do Pinto da Madrugada, bloco tradicional que desfila nas prévias carnavalescas, o governador disse que pretende apoiar o grupo no ano de 2017.

“Vamos apoiar o Pinto da Madrugada, como fiz o ano passado e faremos esse ano. Vamos convida-los para uma reunião. O Pinto da Madrugada é uma das nossas referências e espero que apareçam outros parceiros. Alagoas vai apoiar”, explicou.

g1

24/11/2016

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