Olho vivo! Vereadores de Palmeira dos Índios cumprem ‘toque de recolher’ num desrespeito à população e autoridades

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Depois nos chamam de linguarudos, assombradores, desregrados e mais um monte de baboseiras, que se nos preocupasse, estaríamos pra lá do Cafundó do Judas. (Cafundó é um lugar ermo e longínquo, de difícil acesso. É um substantivo masculino que significa “lugar muito distante” ou “fim do mundo”. Muitas vezes esta palavra é usada na expressão popular “cafundó do Judas”, que também serve para descrever um lugar de difícil acesso).

Nosso papo hoje é sobre a falta de respeito dos vereadores palmeirenses, reeleitos ou não. A sessão ordinária da Câmara nesta quarta-feira (23), não aconteceu mais uma vez, por falta de quórum. Ficando claro, que na sessão à qual nos referimos, o vereador Júlio Cezar, que ainda estava em fase de recuperação, internado na Santa Casa devido a um piripaque cardiológico. (Significado de piripaque: Mal-estar de intensidade alta e de ocorrência geralmente inesperada).

Os garotos e garotas resolveram aderir a um toque de recolher, totalmente ao contrário do que ocorreu na semana passada, onde houve vereador que foi às carreiras para a sessão ordinária, porque precisava ajudar a aprovar, um débito da Previdência Social deixada por James, que soma R$ 1,5 milhão. Exceto os vereadores Agenor, Márcio, Sheila e Júlio, que ficaram fora do desatino do atraso. Quando se fala em dinheiro, cobrir rombo, e cortar seus próprios rabos de palha, aparece, os já, “conhecidos vereadores” por tudo quanto é buraco de ratazana.

E, agora vem o desrespeito; nesta quarta (23), a Casa Legislativa estava cheia de alunos, assim como também representantes do Tiro de Guerra 07-007, para apresentar o livro em comemoração aos 100 anos de sua fundação desta instituição que muito orgulha o à nossa terra e ao exército brasileiro.

Sem os fantasmas, que mamam a verba pública do município sem que ninguém ouse irritá-los, e para não desrespeitar ainda mais aos presentes, o vereador e vice-prefeito eleito Márcio Henrique, o único que compareceu, decidiu honrosamente abrir a sessão e receber todos os convidados que se encontravam no plenário.

Fosse no tempo dos saudosos sargentos Nestor e Aníbal, não faltaria um boneco deste! Aí, se houvesse este desrespeito no tempo deles…

É bom alertar aos irresponsáveis, que faltar com respeito ao nosso TG (antigo 179), desonrar a sua própria história de vida, porque se os senhores têm reservista, e seus filhos e pais idem, devem portanto manter o respeito, não só pela Casa, compromisso feito com o povo,  como também pelas instituições.

EstadaoAlagoas

25/11/16

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