Ipaseal Saúde realiza pesquisa de satisfação de seus usuários

Plano quer saber o que pensam os seus usuários, principalmente sobre o atendimento pela rede credenciada

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Saber a opinião dos usuários sobre o atendimento realizado pela rede credenciada e pelos profissionais que fazem parte do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Alagoas (Ipaseal Saúde). Este é o direcionamento da pesquisa de satisfação iniciada, esta semana, com os titulares e dependentes do plano de saúde.

Até o dia 5 de agosto, as pesquisadoras percorrerão os corredores do Centro Clínico do plano para abordar de forma direta os usuários e seus familiares de passagem pelo local. A ideia é saber de forma presencial se o modelo atual, assim como os serviços ofertados são em sua maioria satisfatórios ou não.

“É a segunda vez que realizamos uma pesquisa de opinião. A primeira foi 2015 com a finalidade de conhecermos melhor o perfil dos nossos usuários e saber o que eles achavam do Ipaseal Saúde”, explica a ouvidora do plano, Marilene Miranda.

“Agora, nosso foco se volta para a rede credenciada ao plano de saúde. O que eles acham do atendimento nos hospitais, clínicas, laboratórios e dos profissionais que compõem a rede? Quais as dificuldades encontradas? O que e onde precisa mudar? E quais são as sugestões? Então, é preciso saber ouvir o usuário para avançarmos com a reestruturação pela qual passa o Ipaseal Saúde, pois ele, o usuário, faz parte dessa mudança”, complementa a ouvidora.

Para o servidor público Severino Ferreira, o atendimento e os serviços oferecidos pelo plano são satisfatórios. “O que precisaria era de uma estrutura maior e melhor para urgência e emergência, ou seja, de um local mais adequado com boa capacidade para receber bem os pacientes”, afirma. Segundo ele, a pesquisa é válida. “Tudo que vem para nosso benefício deve ser valorizado, como esta pesquisa. Sou favorável”, ressalta Severino Ferreira.

Enquete

A pesquisa é resumida em uma única folha com perguntas objetivas e subjetivas. Entre elas, a avaliação do usuário quanto ao modelo de coparticipação; o fortalecimento da estrutura do plano em outros municípios; o interesse pela abertura de novas adesões; a avaliação da atual urgência e emergência e a possibilidade da abertura de uma nova unidade de ponto atendimento.

Ana Rita Moura – Agência Alagoas

20/07/16