Corpo de Maria Eduarda tinha seis ferimentos causados por tiros, diz delegado

Fábio Cardoso disse que será necessário fazer reconstituição do caso. Delegado também afirmou que somente exame poderá determinar calibre da arma que matou a menina.

O delegado titular da Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, Fábio Cardoso, afirmou na tarde desta segunda-feira (3) que o laudo do exame de necropsia apontou seis ferimentos no corpo da estudante Maria Eduarda Alves Ferreira, morta a tiros na última quinta-feira (30), na quadra da escola em que estudava, em Acari, Zona Norte do Rio.

Segundo Cardoso, a menina foi atingida por tiros de cima para baixo, na altura das nádegas, e também de baixo para cima, na coluna cervical. Como ela estava em uma aula de Educação Física, poderia estar em movimento e por isso os tiros a atingiram nesses dois pontos.

O delegado também disse que a polícia fará uma reprodução simulada do caso, que deve ser realizada em até 30 dias, de acordo com o andamento das investigações, já que é necessário ter o máximo de informações colhidas em depoimentos e nos laudos periciais.

“A melhor forma de apurar isso, além do confronto balístico, é a reprodução simulada para saber quem atirou na adolescente”, disse.

Fábio Cardoso desmentiu os boatos que circularam nesta segunda-feira e que davam como certo que a bala encontrada no corpo de Maria Eduarda teria partido de um fuzil AK-47. Segundo ele, só o exame de balística, que deverá ficar pronto entre 10 a 15 dias, pondera determinar o calibre da arma.

g1

03/04/2017

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